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Renoi-VP participa do
Conselho de Leitores do Valeparaibano.
Profa. Ms. Ângela Loures
O Valeparaibano já
está sentindo a influência do recém-criado Conselho
de Leitores do jornal. Após a realização de
cinco reuniões, já se pode fazer um balanço
positivo da contribuição deste instrumento de crítica
de mídia no dia-a-dia do jornal. Os 12 conselheiros não
têm poupado críticas ao jornal, que muitas vezes peca
na correção ortográfica, faz uma abordagem
superficial de temas de interesse da população e mantém
um site estático na internet. Mas as reuniões não
se limitam a fazer apenas críticas negativas à publicação:
em algumas ocasiões a cobertura realizada pelos jornalistas
também é elogiada, como aconteceu com a recente visita
de Bento XVI a Aparecida.
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Por
uma televisão de qualidade
Prof. Dr. Cidoval Morais de Sousa
Quando se decide o que se
vai ver ou fazer na televisão, ao se eleger as experiências
que vão merecer atenção e esforço de
interpretação, ao se discutir, apoiar ou rejeitar
determinadas políticas de comunicação, tem-se,
em verdade, uma contribuição expressiva para a construção
de um conceito e uma prática. O que esse meio é ou
deixa de ser, com bem frisa o sociólogo Arlindo Machado,
não é uma questão indiferente às atitudes
dos grupos e atores envolvidos com ele. É o caso do conceito
de qualidade, por exemplo.
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Professores-pesquisadores
engajam-se ao trabalho da RENOI-VP
Profa. Ms. Ângela Loures
O Conselho Editorial da
Rede Nacional de Observatórios de Imprensa - Vale do Paraíba
conta agora com sete novos professores-pesquisadores, que engajaram-se
ao trabalho de observação da mídia. Na reunião
organizativa, realizada no dia 12 de junho, ficou decidido que os
professores que compõe o Conselho Editorial da RENOI-VP irão
desenvolver pesquisas e textos com os alunos do Departamento de
Comunicação Social da Universidade de Taubaté
tendo como objeto a mídia valeparaibana. Como membros efetivos
da Renoi-VP, os professores que compõem o Conselho Editorial
obrigam-se também a participar das atualizações
do site, publicando artigos de sua autoria ou de alunos por eles
orientados. Além de serem responsáveis pela seleção
de textos de alunos para publicação no site.
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Diploma ou não?
eis a questão
Prof. Ms. Rodrigo Cursino
Imperioso que se inicie afirmando: desde o
dia 16 de novembro de 2006 não é necessário
o diploma para o exercício da atividade jornalística,
até o julgamento final de Recurso Extraordinário
pelo Supremo Tribunal Federal, corte máxima do país.
Porém a questão não é tão simples
e envolve várias discussões jurídicas, as
quais, buscando a forma mais simples de explicação,
esporemos abaixo. [ leia mais]
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Opinião,
informação e ideologia nos editoriais da ‘Tribuna
do Norte’
Francisco de Assis
Este estudo analisa seis
editoriais publicados no segundo jornal mais antigo do Estado, “Tribuna
do Norte”, entre os meses de setembro e outubro de 2005. O
objetivo é discutir o enfoque dado pelo veículo aos
assuntos de maior repercussão, sobre os quais a empresa jornalística
considera importante imprimir sua opinião oficial. Além
disso, a pesquisa procura ampliar o debate acerca da utilização
de um gênero jornalístico de caráter opinativo
– o editorial – como serviço informativo e difusor
de ideologias. Os recursos metodológicos utilizados neste
trabalho são a pesquisa bibliográfica e as análises
quantitativa e qualitativa..
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Jornalismo diário:
propaganda ou utilidade pública?
Ana Paula Figueiredo e João
Gabriel Castro
( alunos do 3o ano de Jornalism, turma A)
Qual a principal função
de um jornal? Informar? Correto. Promover a reflexão e a
discussão de temas relevantes à população
de maneira ampla e consciente? Correto. Porem, quem decide a relevância
das pautas? Muitos podem achar que o editor e/ou os repórteres
sejam responsáveis por esta decisão. Mais isso é
universal? Errado.[leia mais] |
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Código
de ética dos jornalistas brasileiros
Natália Azzolini
(aluna do 3º ano de Jornalismo turma B)
Antes de qualquer coisa, é
bom destacar que o “código” não é
uma lei, e dessa forma se algo existente nele for descumprido, não
pode ser considerado crime. Este documento foi votado e aprovado
pela FENAJ em 1985, e tem o objetivo de regulamentar as atitudes
dos jornalistas, suas relações com a população,
com suas fontes e a informação, além da relação
entre os próprios jornalistas.
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Artigos
de parceiros da RENOI
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